#TOP7: Mistérios da Agatha Christie que não são protagonizados pelo Poirot



AGATHA CHRISTIE! Sim, senhoras e senhores, o TOP7 (o outro) é sobre a AGATHA MARAVILHOSA CHRISTIE! Para que possamos enaltecê-la de maneira especial, separamos 7 títulos em que o protagonista não é Hercule Poirot. Por mias que ele seja incrível, achamos que existem outros mistérios da Agatha que são ótimos, mesmo sem contar com a figura peculiar que é o Poirot. 
Acompanha ai e vá procurar pelo menos um (ah, só de pensar nos títulos, fiquei com vontade relê-los)!

1. Um corpo na biblioteca
“O corpo de uma jovem é encontrado no tapete da biblioteca dos Bantry, às sete da manhã. A vítima é uma completa desconhecida e o casal Bantry decide chamar as autoridades para investigar o caso — e também, é claro, Miss Marple, detetive amadora e amiga da sra. Bantry. Tudo se complica ainda mais quando chega até eles a notícia de outra adolescente morta, carbonizada dentro de um carro incendiado em uma pedreira. Qual será a possível conexão entre os dois incidentes?”







2. Um brinde de cianureto
“O luxuoso restaurante Luxembourg é o lugar escolhido para comemorar o aniversário da linda e elegante Rosemary Barton. Entre os seis convidados, encontram- se pessoas próximas, mas que não necessariamente querem o seu bem. Mesmo assim, ninguém poderia prever o desfecho da noite: Rosemary morre subitamente após ingerir uma taça de champagne com cianureto. Tudo indica que foi um suicídio... Em um inusitado jogo literário, a rainha do suspense dá a cada um dos personagens a chance de contar sua versão daquele dia, levantando suspeitas que podem colocar em xeque a razão da morte de Rosemary.”





3. M ou N
“Esta obra trata-se de uma aventura vivida pelo casal Tommy e Tuppence no correr da Segunda Guerra Mundial.
O cenário é a Escócia. A razão do deslocamento de ambos para lá é a missão de colaborar, como amadores, com o Serviço Secreto Inglês:um agente foi atropelado propositadamente, pois descobrira fatos reveladores de atividades nazistas infiltradas na Inglaterra. Suas últimas palavras foram exatamente: ´M ou N...´
A partir dessa única indicação, e em meio a um ambiente de hotel povoado por pacíficas senhoras sentadas em cadeira de balanço, a conversar e tricotar, e homens que só falam de negócios, o casal se vê envolvido numa intrincada trama de crime e espionagem, em que se não decifrarem o mistério do M ou N?,o assassino voltará a matar...”



4. E não sobrou nenhum
“No seu momento de maturidade literária, intensa criatividade e inventividade, Agatha Christie nos brinda com E não sobrou nenhum, considerado o melhor livro de suspense de todos os tempos, uma pérola do romance policial. Uma trama urdida cuidadosamente onde nenhum detalhe está fora do lugar, com a construção de incríveis elementos: a ilha deserta e isolada, a grande mansão e principalmente o fato de todos os convidados serem mutuamente suspeitos. Com essa atmosfera a autora já abre inúmeras possibilidades para a evolução da trama, e este é um dos seus grandes trunfos utilizados com muita argúcia para enriquecer o enredo. Outro fator que atesta a importância e a força desta ambientação é que os elementos utilizados por Aghata Christie tornaram-se alguns dos lugares-comuns mais visitados de toda a ficção policial em filmes, seriados, novelas e até mesmo em jogos de tabuleiro. 
Outro aspecto explorado no romance é a exposição de facetas psicológicas dos personagens que ganham grande importância, pois é desta camada que vão surgindo alguns estados de loucura que são evidenciados em função do confinamento, do medo de ser a próxima vítima e da suspeita mútua de quem possa ser o assassino. Os supostos crimes cometidos vêm à tona, e ao longo do livro vão ganhando camadas e elucidando os motivos que unem personagens tão díspares. Culpados ou inocentes? Algozes ou vítimas? Nesse jogo de gato e rato identificar o assassino não é tarefa fácil e o leitor vai aventando possibilidades, perscrutando os personagens e mergulhando nesta trama onde culpa, arrependimento e loucura vão se confundindo.
Lançado em 1939 E não sobrou nenhum quebrou as regras vigentes até então para o gênero policial e investigativo, porque em sua narrativa nenhum detetive soluciona o mistério e o criminoso escapa das garras da lei. A obra também foi adaptada para o cinema pelo diretor René Clair, em 1945, com o título O Vingador Invisível. Aclamado pelo público trata-se de uma aula de como elaborar um romance do gênero: apegado ao real, sem excessos, com personagens consistentes e fluidez. É sem dúvida um romance basilar do gênero.”


5. Teia da Aranha
“Como foi que o corpo do desagradável Oliver Costello apareceu na sala da casa de campo do distinto casal Henry e Clarissa Hailsham-Brown? A chuvosa tarde de março decorria tranqüila, e nenhuma das pessoas lá presentes parecia ter interesse no crime. Acreditando tratar-se de um acidente, Clarissa decide esconder o cadáver. Está às voltas com a penosa tarefa quando surge o inspetor Lord, um diligente policial que recebeu um telefonema denunciando o homicídio.

Este é o romance – até hoje inédito no Brasil – que o escritor Charles Osborne adaptou a partir da peça de comédia e mistério homônima de Agatha Christie, de 1954. Bem-humorado, com um enredo repleto de truques e reviravoltas, A teia da aranha fará a delícia dos fãs da Rainha do Crime.”



6. O cavalo amarelo
“Um padre assassinado de maneira brutal. Pessoas que adoecem misteriosamente. Mulheres que dizem ter poderes paranormais. Esses são alguns dos enigmas que assombram um vilarejo na zona rural inglesa. A chave deste segredo está relacionada a uma lista de nomes. Para desvendar essa trama, Mark Easterbrook, um escritor em busca de inspiração, conta com a ajuda de seus amigos, entre eles, a famosa autora de romances de mistério Ariadne Oliver, numa aventura que pode ser fatal.”







7. Por que não pediram a Evans?
“Era para ser apenas mais um jogo de golfe. Mas quando sai em busca da bola que lançou de cima de um penhasco, o que Bobby Jones encontra é algo funesto: um homem à beira da morte, que antes de falecer faz uma pergunta aparentemente sem sentido: “Por que não pediram a Evans?”. A única pista é a foto de uma bela mulher na carteira do morto. Convencido de que não se trata de um acidente, Bobby, com a ajuda de sua amiga Frances Derwent, está decidido a desvendar esse mistério. Neste romance, publicado em 1934, Agatha Christie apresenta dois simpáticos e improváveis detetives em uma de suas aventuras mais eletrizantes. ”

Um comentário:

  1. No momento li somente um livro da Agatha, mas ele é protagonizado pelo Poirrot. É o Assassinato de Roger Acrkoid.

    Vidas em Preto e Branco

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