LANÇAMENTOS: Rocco - Abril/2017


Quando tudo faz sentido
Autor: Amy Zhang
Tradutor: Joana Faro
Páginas: 320
"No dia em que Liz Emerson tentou morrer, a aula de física havia sido uma revisão das Leis de Newton. Até o ponto em que sai da estrada, derrapa na neve e bate com sua Mercedes contra uma árvore, ela ainda tenta entender o significado de aceleração, movimento, força e, especialmente, de reação. Para própria surpresa, de repente, claro como o céu azul daquela tarde, tudo começa a fazer sentido, mas agora parece ser tarde demais.

Os paramédicos trabalham rápido para remover o corpo de Liz das ferragens. Em algum lugar bem longe dali, Monica Emerson é avisada que a filha sofreu um acidente. A notícia chega logo também à melhor amiga, Julia, que larga tudo que está fazendo e corre para o hospital. Elas nem percebem a presença de Liam Oliver, que parece estar ali sentado, esperando alguma mudança no quadro de Liz e sussurrando que ela precisa ficar viva, desde sempre.

Enquanto a protagonista permanece inconsciente, a escritora Amy Zhang conduz os leitores pelo passado de Liz Emerson, a garota mais popular da Meredian High. Por que alguém como ela decidiria abandonar uma vida tão perfeita? Por que passaria pela cabeça de Liz que o mundo seria muito melhor sem ela? O que poderia levar uma garota de 16 anos sequer a considerar que a vida não valia mais a pena? Em algum momento ela pensou no impacto e na reação que qualquer decisão sua poderia causar na vida dos outros?

Quando tudo faz sentido está longe ser um livro leve, mas a história e a escrita de Amy Zhang têm o poder não só de prender o leitor, mas também de despertar os mais diferentes sentimentos e reflexões sobre as atitudes de Liz Emerson, sobre nossas próprias decisões e ações. O quanto Newton estava certo ao escrever que para toda ação há uma reação oposta e de intensidade igual? As experiências de Liz mostram algumas opções de resposta. "


Fergus Voador: o incrível duelo dos biscoitos 
Autor: Chris hoy
Tradutor: Lucas Peterson
Páginas: 114
"Depois de conquistar o segundo lugar no Grande Desafio de Ciclismo, os Esperançosos do Hércules – a improvável equipe formada por Fergus, Margarida, Catástrofe e Minnie e patrocinada pela Consertos de Hércules, a loja de bicicletas de segunda mão do avô de Fergus – sonham com a próxima fase da competição, o Campeonato Distrital. Mas treinar no Parque Carnoustie, sem uma pista apropriada, tendo que desviar o tempo todo de cachorros (e de cocô de cachorro), crianças pequenas, tufos de grama e outros obstáculos, não é exatamente a melhor maneira de se preparar para um duelo tão importante. Após levar um tombo daqueles e parar aos pés do coreto, de onde seu maior rival assiste a tudo de camarote, Fergus decide que é hora de lutar por um lugar melhor para treinar. 
Mas se convencer as autoridades da cidade da importância de construir uma pista de verdade no Parque Carnoustie já é difícil, imagine quando Fergus, Margarida e o vovô Hércules descobrem que a Biscoitos do Bruce, patrocinadora da equipe Campeões do Wallace, pretende abrir ali uma extensão da sua fábrica. E está oferecendo uma montanha de dinheiro pelo terreno! Só resta a eles tentar convencer o secretário da Câmara Municipal de que a população não deseja trocar um parque público por um monte de concreto. Afinal, competir com suas bicicletas modestas já é um desafio tanto para os Esperançosos do Hércules; se eles não tiverem mais onde se preparar, aí é que o sonho de conquistar o Campeonato Distrital vai por água abaixo.
No terceiro livro da série Fergus Voador, o escocês Chris Hoy – mais bem-sucedido atleta olímpico da Grã-Bretanha e maior ciclista olímpico masculino de todos os tempos –apresenta, em parceria com a escritora Joanna Nadin, mais uma divertida aventura sobre duas rodas para a garotada. Depois de uma nova visita à curiosa terra de Nuncamais, onde a cada vez Fergus descobre algo diferente sobre seu pai, e com o apoio da família, de um jornalista impressionado com o talento e a garra da equipe, muito trabalho duro e uma forcinha de toda a comunidade, Fergus Hamilton tem esperança de encontrar uma solução e garantir a vitória. Ou pelo menos a chance de tentar. 
Após A bicicleta fantástica e O Grande Desafio de Ciclismo, O incrível duelo dos biscoitos é mais um capítulo emocionante e divertido na história de um garoto de nove anos que, como tantos outros, adora pedalar sua bicicleta. Mas é acima de tudo uma história sobre sonhos, amizade, família, esperança e determinação, com a marca de um dos maiores atletas olímpicos do mundo."



Supergirl na Super Hero High
Autor: Lisa Yee
Tradutor: Rachel Zampil
Páginas: 268
"Kara Zor-el é a garota nova na escola. E também a mais poderosa, e mesmo em Super Hero High, isso é sensacional. Principalmente quando você é a Supergirl! 
Supergirl na Super Hero High é o novo livro da série DC Super Hero Girls. A premiada autora Lisa Yee continua a frente dessa coleção que apresenta heróis clássicos para uma nova geração de leitores. Agora quem chega a esta escola para super-heróis é a jovem Kara Zor-el, a Supergirl.
Supergirl tem incríveis poderes, mas também uma incrível dificuldade para controlá-los. Recém-chegada ao planeta Terra, a menina está começando a descobrir seu potencial, e a Super Hero High parece ser o local ideal para isso. Parece… 
As mesmo tempo que tem que aceitar a perda da sua família (e todo o resto do planeta Krypton), Supergirl tem que acompanhar as aulas e se enturmar com seus novos e poderosos amigos, Wonder Woman, Katana, Harley Quin, Flash e os outros alunos. Mesmo para a adolescente mais poderosa da Terra, o ensino médio não é fácil. 
E quando misteriosos acontecimentos colocam em risco não só a escola mas seu novo planeta, Supergirl precisa confiar nos seus amigos e acreditar em si mesma e mostrar que é capaz de salvar o dia.
Em Supergirl na Super Hero High, Lisa Yee mantém a pegada do primeiro volume, e vai além, mostrando um pouco mais do dia a dia e personalidade das jovens super-heroínas. Recheado de mistério, ação e muito humor, o livro é perfeito para os fãs, novos ou antigos. Então, vista a capa e prepare-se para salvar o dia com a Supergirl."



Fila e Democracia

Autor: Roberto Damatta E Alberto Junqueira
Páginas: 128
"Os brasileiros podem não acreditar, mas fila existe em qualquer lugar do mundo e se forma pelos mais diversos motivos: para pagar compras no supermercado ou contas no caixa do banco, aguardar a entrada para um show ou peça de teatro... Entrar na fila, em muitos países, significa esperar pacientemente a sua vez, sendo a única forma de hierarquização a ordem de chegada, não importa de que classe social, idade ou gênero você seja. Ficar atrás de um desconhecido, e ter outro logo atrás de você, dá um caráter de igualdade e, por isso mesmo, pode ser considerado um instrumento democrático. No entanto, no Brasil, por que a fila é tão mal vista? 

Fila e democracia é um ensaio a quatro mãos. O livro nasceu da dissertação do Mestre em Ciências Sociais da PUC-Rio Alberto Junqueira, sob orientação do antropólogo Roberto DaMatta. Ele começou a pesquisar a fila como uma instituição retratada como um ritual ou prática coercitiva e obrigatória. Mas, com a evolução do trabalho, a discussão evoluiu para a fila como uma instituição essencial para construção de um espaço público igualitário e democrático. A fila seria uma “prova” da igualdade como um valor. 

Se eleições livres e competitivas são um dos marcos da vida democrática, entramos numa fila para votar. Realmente, nada mais trivial nos estados nacionais democráticos do que o ato de ficar atrás de um desconhecido e na frente de outro para pacientemente esperar com a intenção de realizar alguma tarefa. Junqueira e DaMatta vão além: o conceito da fila garante inclusive a saudável rotatividade e alternância de poder: partidos políticos e grandes empresas que competem por consumidores no mercado entram em “filas” para governar e realizar seus negócios e para operar seus esquemas de corrupção. Segundo a dupla, a democracia liberal é, na forma e no fundo, um regime baseado no direito e no respeito à fila, e, sem ela, não haveria o esperado rodízio que renova energias e pontos de vista — além de permitir a correção de erros e enganos de produtos, partidos e, quem sabe, de políticos. 
O movimento impessoal e automático de último a primeiro, quando “chega a nossa vez”, caracteriza-se como uma miniatura perfeita da movimentação positiva bem como dos dilemas do individualismo igualitário, cerne das cosmologias democráticas liberais e do capitalismo, em contraste com os sistemas predominantemente aristocráticos e hierarquizados. É justamente essa ideia que explica a resistência dos brasileiros em respeitar seu lugar na fila, e tentar “burlar” sua ordem, seja comprando um lugar nela ou a furando, numa clara demonstração de poder e sagacidade. No Brasil, a fila reforça valores hierárquicos da lógica aristocrática, rompendo justamente com o valor de igualdade: miticamente, o rei e a nobreza foram os primeiro a chegar, são considerados os conquistadores-fundadores da nação e vieram do céu (ou do estrangeiro, “lá fora”), onde residiam com os deuses ou os mais “adiantados”. São os primeiros da fila, seguindo daí até a “plebe” e os discriminados, considerados sempre os últimos. As pessoas não estão acostumadas a se igualar aos outros. Como transformar a fila num ritual de igualdade em uma sociedade tão desigual?, analisam os autores."




A aventura do estilo

Autor: Henry James e Robert Louis Stevenson
Tradutor: Marina Bedran
Páginas: 272
"A aventura do estilo reúne pela primeira vez no Brasil a aparentemente improvável correspondência entre dois dos maiores nomes da literatura de língua inglesa, donos de estilos e personalidades um tanto díspares: o americano Henry James (1843-1916) e o britânico Robert Louis Stevenson (1850-1894). Partindo das divergências, o diálogo revela um interesse compartilhado pelo ofício do texto e se desdobra em uma troca de cartas pessoais que duraria até a morte de Stevenson. O resultado é uma ode à amizade e uma singular, rica e saborosa discussão poética que toca em questões centrais sobre a escrita às vésperas do século 20, sobretudo no que diz respeito aos modos de entender o realismo e a natureza da ficção. Com organização e tradução de Marina Bedran, o volume inaugura a coleção Marginália, que revelerá aspectos menos conhecidos de alguns dos maiores escritores modernos a partir da reunião de cartas, bilhetes, ensaios, artigos e outros textos. A curadoria da coleção ficou a cargo do jornalista Miguel Conde. 

De um lado, a crônica da alta sociedade vitoriana e a densidade psicológica de James em obras-primas como Retrato de uma senhora; de outro, o romanesco, os estereótipos e as aventuras de Stevenson, autor dos enormemente populares A ilha do tesouro e O médico e o monstro. Como sintetizou Janet Adam Smith, a primeira a compilar o material, “nas casas em que os romances de James formam uma longa fila no escritório, quase todos os de Stevenson estão no quarto das crianças (...); naquelas em que Stevenson é o principal ornamento literário, (...) provavelmente não haverá um livro sequer de James”. E a impressão inicial que um teve do outro, após um primeiro encontro em Londres, em 1879, só reforça essa distância. Para James, Stevenson parecia “um belo de um poseur (de um modo inofensivo)”, enquanto Stevenson avaliou James como “um mero habitué de clubes”. 
A correspondência tem início em setembro de 1884 nas páginas da revista inglesa Longman’s, em artigo no qual James busca libertar o romance de suas funções de entretenimento para que possa competir com a vida e transmitir um ar de realidade – em outras palavras, se afirmando como arte. Três meses mais tarde, no mesmo veículo, vem o “humilde protesto” de Stevenson, que insiste no caráter artificial da literatura. Para ele, a vida é “monstruosa, infinita, ilógica, abrupta e pungente; uma obra de arte, em comparação, é pura, finita, autossuficiente, racional, fluida e emasculada”. 

Depois, em cartas, a conversa assume um caráter íntimo e menos definitivo, permitindo confissões, brincadeiras e lamentos que enriquecem a ideia que se tem de cada um. A leitura é, dessa forma, capaz de desconstruir noções preconcebidas sobre as obras de ambos e, mais do que isso, revelar como a arte do romance tomou a forma que tem hoje. O diálogo também acompanha momentos singulares nas trajetórias dos escritores, como a experiência de James no teatro e a peregrinação de Stevenson pelos trópicos. 

“Dado o amplo escopo de questões em que estas cartas tocam, é de admirar que ainda sejam pouco conhecidas, mesmo no universo da língua inglesa, e com isso se perde um diálogo dos mais interessantes. Para tentar remediar isso, as cartas que sobreviveram ao caos do correio samoano, à censura da família e aos erros editoriais vêm agora à luz em português, na versão mais completa a que foi possível chegar”, afirma Marina Bedran, mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo. "



A lição de autonomia

Autor: Nina Siegal
Tradutor: Waldea Barcellos
Páginas: 272

"Amsterdã, 1632. A capital holandesa promove todo o ano o festival chamado Dia da Justiça. Mas comemorar a justiça naquele país, no século XVII, não era propriamente algo leve e alegre, como se tem num bom feriado. Neste dia, promovia-se uma espécie de prestação do poder público sobre suas “políticas de segurança” e, ao mesmo tempo, uma satisfação do desejo de sangue da população: a execução em área aberta de penas e punições variadas, que iam de açoites ao enforcamento, de um determinado número de acusados e condenados por seus crimes. Neste ano, uma das “estrelas” dessa macabra atração iria tornar-se inesquecível: o ladrão conhecido como Aris Kidt, sentenciado ao enforcamento. Seu cadáver seria eternizado em uma pintura de Rembrandt depois de uma feroz disputa pela posse de seu corpo. De seu corpo, somente. 

A lição de anatomia é o segundo romance da escritora americana Nina Siegal. Uma refinada ficção histórica, fruto das pesquisas da autora na Holanda, onde vive atualmente. Quem era o corpo dissecado na obra “A lição de anatomia do Dr. Nicolae Tulp”, um das mais famosas pinturas de Rembrandt? Essa pergunta inspirou a autora a reimaginar a história por trás da obra e das personagens envolvidas naquele cenário. O homem morto no quadro, Adriaen Adriaenszoon, também conhecido como Aris Kindt (ou Aris, o Garoto), realmente existiu e uma consulta nos arquivos públicos de Amsterdã revelava um dossiê completo dos crimes cometidos por ele. Para Nina, o ponto de partida de seu romance era justamente uma vida que se acabara, mas cujo corpo não fora deixado descansar com seu espírito. Alguém se importara com Aris? Com a pessoa e não somente com seu cadáver?

Sim! Poderia existir uma mulher, uma companheira, uma moça humilde que carregava o filho de Aris em seu ventre. Ela se chamaria Flora e seria hostilizada por estar grávida de um criminoso reincidente. Seria a única pessoa a enxergar a humanidade do ladrão. Ela lutaria contra tudo e todos, contra uma sociedade hipócrita, que se orgulha de suas grandes mentes – médicos, filósofos, artistas –, mas ainda capaz de manter rituais extremamente bárbaros e cruéis, como as execuções em praça pública, para dar um sepultamento digno ao amado.
Seriam justamente os intelectuais da época, o grupo de homens reunidos com o objetivo de entender a humanidade, incapaz de reconhecerem o que nos faz humanos. O cirurgião Nicolae Tulp está ansioso para fazer sua palestra de autópsia para os colegas em momento especial, no qual será retratado por um jovem Rembrandt, retratista e testemunha ocular de todo esse processo, no qual ele não só se apropria do corpo de Aris como o torna imortal em sua obra. Já René Descartes busca no cadáver frio do ladrão uma chance de provar se existe alma dentro do corpo. Por fim, a Jan Fetchet, um comerciante de raridades e coisas exóticas, vê seu cadáver como apenas uma possibilidade de ganhar dinheiro com a compra e venda dessa “coisa exótica” para seu cliente. No romance, Siegal alterna entre as perspectivas de seus personagens para capturar a história por trás de uma obra-prima, explorando a emoção dolorosa da perda e o preço que é pago por se tentar entender a vida humana. “Todos buscamos sua carne”, diz Rembrandt sobre Aris, “mas ele não pertencia a nenhum de nós.”"




Eu e você de A a Z

Autor: James Hannah
Tradutor: Alyda Sauer
Páginas: 272
"A de amígdala. B de boca. C de cabeça. Todas as partes do corpo carregam histórias e são essas histórias que ajudam Ivo, protagonista de Eu e você de A a Z, a manter seus pensamentos em ordem. Um dos nomes mais promissores da nova ficção britânica, como apontado pelo Observer, James Hannah apresenta em sua estreia literária uma obra original, provocativa, “sensível e divertida” (The Times) sobre caos interior e mortalidade. 
I de insulina, que, diabético, Ivo sempre evitou. R de rins. Rins que após anos de abuso não funcionam mais como antes, deixando-o jovem demais, aos 40 anos, na cama de um asilo, onde aguarda o dia em que pararão de funcionar para sempre. Para aliviar a dor e o turbilhão mental do paciente, o tipo de pessoa que tem um buraco em forma de ansiedade no meio da cabeça, a enfermeira Sheila sugere um jogo: percorrer o alfabeto, pensar em uma parte do corpo para cada letra e em uma breve história sobre cada. 
Qual é a melhor história de tornozelo de todos os tempos? Quando os dedões do seu pé foram melhor utilizados? É assim que temos acesso às lembranças de uma vida de excessos. Excessos de perdas, rebeldia adolescente, drogas, brigas, relacionamentos mal resolvidos com a família, os amigos e a namorada, mas também de amor (se é que pode haver excesso disso).
Mas não se engane. O assunto é sério (muito sério!), no entanto, Eu e você de A a Z está longe de ser um dramalhão. Une as doses certas de humor e sensibilidade, rendendo a Hannah comparações com nomes como David Nicholls (Um dia), Nick Hornby (Alta fidelidade) e Nathan Filer (Onde a lua não está). É um romance “cuidadosamente construído” (Publishers Weekly) que “faz valer cada segundo de sua leitura” (The Globe and Mail)."



Animais Fantásticos e Onde Habitam - o roteiro original

Autor: J.K. Rowling
Tradutor: Anna Vicentini
Páginas: 304
"A Editora Rocco apresenta em português, como parte do novo programa de publicação do Mundo Bruxo de J.K. Rowling, a edição impressa do roteiro original do filme Animais fantásticos e onde habitam, estrelado pelo premiado Eddie Redmayne e vencedor do Oscar de Melhor Figurino. Inspirado no livro-texto de Hogwarts escrito pelo personagem Newt Scamander, Animais fantásticos e onde habitam marca a estreia como roteirista para o cinema de J.K. Rowling, autora da adorada série Harry Potter. 
Filmado nos estúdios Leavesden da Warner Bros, casa dos filmes Harry Potter por uma década, assim como as locações em Liverpool, Animais fantásticos e onde habitam é o primeiro filme de uma série. Dirigido por David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de Harry Potter, o filme também reúne várias pessoas que trabalharam nos filmes de Harry Potter, incluindo os produtores David Heyman, J.K. Rowling, Steve Kloves e Lionel Wigram.
Em Animais fantásticos e onde habitam, o pesquisador e magizoólogo Newt Scamander acabou de completar uma volta ao mundo em busca das criaturas mágicas mais raras e incomuns. Ao chegar em Nova York, sua intenção é fazer apenas uma breve parada. Mas a maleta de Newt é trocada, e parte de seus animais fantásticos foge para a cidade, o que significa problema para todos...
Ambientada mais de cinquenta anos antes do início da narrativa de Harry Potter e com um elenco de personagens extraordinários, esta história de amizade, magia e caos é um épico repleto de aventuras com o que o gênero tem de melhor, assinada pela autora J.K. Rowling.
Animais fantásticos e onde habitam – O roteiro original chega às prateleiras em edição de luxo, com capa dura, sobrecapa em papel couché e miolo em papel off-white. O design da capa e do miolo de Animais fantásticos e onde habitam – O roteiro original foi criado pela dupla de design gráfico Miraphora Mina e Edwardo Lima, conhecida como MinaLima. MinaLima produziu os símbolos, mapas e outros itens de design para todos os filmes de Harry Potter, assim como do lançamento Animais fantásticos e onde habitam.
A edição em e-book do roteiro em português será publicada pelo Pottermore, responsável pela edição digital do Mundo Bruxo de J.K. Rowling em todo o mundo."



A cor de Coraline
Autor: Alexandre Rampazo
Ilustrador: Alexandre Rampazo
Páginas: 32
"Coraline e Pedrinho estão na escola, em uma atividade corriqueira. Então, o menino pede emprestado o lápis cor da pele. Antes de escolher o lápis e entregar a Pedrinho, Coraline reflete sobre o pedido e suas múltiplas respostas. A menina analisa o conteúdo da sua caixa de lápis: há doze deles, de doze cores diferentes e com doze nomes com os quais ela está mais que familiarizada. Mas essa tal “cor de pele” ela não consegue identificar logo. E que cor é essa? 
Nas páginas que se seguem, Rampazo, autor das ilustrações e do texto, desfila em diversos tons as ideias da criança sobre cores e pele, extrapolando o real e permeando o campo da fantasia. Coraline puxa de seu imaginário infantil os seres que conhece, procurando se lembrar de quais cores eles têm. Os lápis colorem ainda alguns sentimentos, oferecendo mais uma gama de possibilidades para o uso das cores no tocante a pele. Depois de tanto refletir, a menina acaba por entregar a Pedrinho o lápis marrom, a cor que se aproxima mais da sua própria pele. Afinal, o menino não havia especificado de que pele estava falando, se da dele ou da dela.
O texto curto, narrado em primeira pessoa, favorece a identificação da criança leitora com a personagem narradora e seus questionamentos. De traços delicados, as ilustrações se equilibram em páginas fartamente coloridas e outras em que o branco predomina, oferecendo ao leitor intervalos de reflexão sobre as ideias da menina Coraline. 
Sem se apoiar nas cores branca ou preta, Rampazo desconstrói argumentos e conceitos sobre a existência de apenas uma “cor de pele”. Com leveza e criatividade, o autor explora com respeito a questão da diversidade étnica, um assunto culturalmente complexo para a sociedade contemporânea. Contando ainda com texto de quarta capa assinado por Ignácio de Loyola Brandão, A cor de Coraline é um livro essencial para crianças, pais e professores."

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